Astronomia

Astrônomos mapeiam lugar da Terra no universo entre o "Conselho de Gigantes"

Vivemos em uma galáxia conhecida como Via Láctea, um vasto conglomerado de 300 bilhões de estrelas, planetas em torno delas, e nuvens de gás e poeira flutuando no meio.
https://hypescience.com/astronomos-mapeiam-lugar-da-terra-no-universo-entre-o-conselho-de-gigantes/
 

 Buraco negro contém o equivalente a cerca de 12 bilhões de sóis, mais do que o dobro da massa dos buracos negros encontrados previamente da mesma idade”, disse o pesquisador Bram [Venemans, do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha

https://hypescience.com/cientistas-descobrem-o-maior-buraco-negro-do-comeco-do-universo/

-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/

Histórico: Bramon calcula orbita e localiza meteorito em São Paulo - Terça-feira, 20 jan 2015 - 16h55 

Um grupo de pesquisadores acaba de realizar um feito inédito no Brasil. A partir de relatos de testemunhas e de uma imagem de radar meteorológico, cientistas brasileiros calcularam a orbita de um meteoro e localizaram a rocha no lugar previsto.

https://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Historico_Bramon_calcula_orbita_e_localiza_meteorito_em_Sao_Paulo&posic=dat_20150120-170107.inc

-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-

ESA divulga 'canto' produzido por comet

https://br.noticias.yahoo.com/esa-divulga--canto--produzido-por-cometa-120527642.html

A Agência Espacial Europeia divulgou nesta quinta-feira o “canto” do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, onde o robô Philae conseguiu pousar após se desprender da sonda Rosetta em um feito inédito na história da humanidade. O som, inaudível para os seres humanos, teve que ser aumentado 10 mil vezes para ser distinguido

Postado no SoundCloud, o som já se tornou febre entre os internautas. Alguns acreditam que o “canto” é feito por alienígenas. Outros já usaram o arquivo para criar músicas. O áudio foi ouvido mais de 1 milhão de vezes desde que foi postado. 

-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/

Sinais misteriosos vindosgaláxias intrigam cientistas. Entenda

Entre as possíveis explicações, há quem acredite que os sinais vêm da colisão de estrelas de nêutrons, enquanto alguns defendem que são mensagens enviadas por extraterrestres
Por  em 
-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-
Astronomia On-Line Ultimas Noticias - https://www.ccvalg.pt/astronomia/
 
"Linda nebulosa descoberta entre Balança e Serpente..." É assim que começa a descrição do quinto objecto do famoso catálogo de nebulosas e enxames estelares do astrónomo do século XVIII, Charles Messier. Embora a Messier parecesse redondo, nublado e sem estrelas, sabe-se agora que M5 
 
Clique no link para o complemento desta noticia e muitas outras. 
 
 

Nasa encontrou planeta similar à Terra em zona habitável

-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-

Na tarde desta quinta-feira (17), a NASA anunciou a descoberta de um planeta com características muito similares às da Terra. Esse planeta também orbita uma estrela como o nosso Sol e é capaz de abrigar água - e vida. A … Continue reading →  Vi na Internet link abaixo.

 

https://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet/nasa-encontrou-planeta-similar-%C3%A0-terra-no-sistema-194218012.html

-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-

Brasileiros descobrem primeiro asteroide com aneis no Sistema Sola

https://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/03/brasileiros-descobrem-primeiro-asteroide-com-aneis-no-sistema-solar.shtml
asteroide

O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira a descoberta de anéis em volta de um distante asteroide chamado Chariklo, em nosso Sistema Solar. O achado foi feito por um grupo de pesquisadores brasileiros, e trata-se do menor corpo já descoberto com esta característica – além de ser o quinto nesta região, junto de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

As observações foram feitas pelos especialistas em diferentes locais da América do Sul, e a confirmação se deu quando o Chariklo passava em frente a uma estrela ainda mais distante, em junho do ano passado. Segundo o comunicado emitido pelo ESO, ainda não se sabe a origem dos dois anéis – batizados informalmente de Oiapoque e Chuí – que cercam o asteroide, mas podem ser “resultado de uma colisão que criou um disco de detritos”.

O autor da pesquisa divulgada, Felipe Braga-Ribas, afirmou à organização europeia que a descoberta e os detalhes conseguidos na análise, como os dois anéis distintos, foram uma surpresa. “Não estávamos procurando por anéis e não imaginávamos que corpos pequenos como o Chariklo os tinham”, disse.

De acordo com o ESO, esses dois anéis “poderão mais tarde dar origem à formação de um pequeno satélite”. Assim, levando para uma proporção muito maior, a descoberta poderia até explicar a formação da “nossa própria Lua nos primeiros dias do Sistema Solar” – além, claro, de satélites de outros planetas

O Chariklo – O asteroide com dois anéis tem menos de 260 quilômetros de diâmetro, é o maior corpo dentro do cinturão de centauros e orbita o Sol entre Saturno e Urano. Ele fica a cerca de 2,2 bilhões de quilômetros da Terra e foi descoberto em fevereiro de 1997. Seu nome é uma homenagem à ninfa Chariclo, filha do deus Apolo.

A dupla de anéis que o envolve ficam a cerca de 19 quilômetros de distância do próprio asteroide, e são separados entre si por um vão de 8 quilômetros.

                                                      -/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/

 
 

Cientistas descobrem ondas gravitacionais que podem confirmar a teoria do Big Bang

 
Reprodução
 
https://br.noticias.yahoo.com/video/cientistas-descobrem-ondas-gravitacionais-que-143503901.html
 
Clik no link para assistir o video.
 
Londres, 18 mar (EFE).=. Uma equipe de cientistas dos Estados Unidos detectou pela primeira vez através de um telescópio no Pólo Sul as "ondas gravitacionais" geradasa pós a criação do Universo com o Big Bang. A descoberta foi anunciada pelo Centro Harvard-Smithsonian para a Astrofísica de Massachusetts (EUA) e publicada pela revista britânica "Nature". Segundo a informação divulgada na revista, a equipe dirigida por John Kovac conseguiu identificar pela primeira vez através do telescópio BICEP2 instalado no Pólo Sul, em um pequeno pedaço de céu, as ondas gravitacionais. A descoberta destas pequenas ondulações de energia, que seriam imperceptíveis para o olho humano. O chamado "período inflacionário" seria um breve lapso de tempo durante o qual o Universo multiplicou milhares de vezes seu tamanho. Segundo a teoria, as ondas gravitacionais geradas ao acontecer esse período de expansão depois do Big Bang foram há 13.800 milhões de anos. O período inflacionário ou expansão aconteceu no primeiro instante de vida do Universo. As ondas gravitacionais, já mencionadas por Albert Einstein, quando trouxe a teoria da relatividade para explicar a gravidade, mas de cuja existência não se tinham provas, foram descobertas pelo Telescópio que é usado para estudar a radiação cósmica de fundo (CMB), os ecos que ainda nos chegam do Big Bang e que os astrônomos acham que oculta uma "segunda marca", que teria revelado a existência dessas ondas gravitatocionais. IMAGENS  NATURE VIDEO. EFE TV – Rio de Janeiro - 12.44 GMT. Tags: cientistas,big,bang,descobrem,evidencias,efe. Twitter: www.twitter.com/brasilefe. E-MAIL: tvefe@efebrasil.com.br. WEB: HYPERLINK "https://www.efeservicios.com"www.efeservicios.com
 
-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/
 
Berlim, 12 de Março de 2014

Astrônomos descobrem a maior estrela amarela até o momento 

https://br.noticias.yahoo.com/astr%C3%B4nomos-descobrem-maior-estrela-amarela-momento-144922906.html

Berlim, 12 mar (EFE).- O Observatório Europeu Austral (ISSO) descobriu a maior estrela amarela -com mais de 1,3 mil vezes o diâmetro do Sol-, o que a transforma em uma das dez maiores estrelas detectadas até o momento, informou nesta quarta-feira este centro em comunicado.

Esta estrela hipergigante, detectada com o interferômetro do telescópio VLT (Very Large Telescope) do observatório da côte D'Azur em Nice, França, faz parte de um sistema composto por duas estrelas, onde a segunda, de menor tamanho, se encontra em contato com a hipergigante.

As pesquisas da HR 5171 A (1), como se conhece formalmente a estrela amarela, foram realizadas durante 60 anos, algumas vezes inclusive por amadores, e indicam que este estranho objeto, maior do que o esperado, muda muito rápido e foi detectado em uma fase muito breve e instável de sua vida.

Devido a esta instabilidade, as hipergigantes amarelas expelem material para o exterior, formando uma atmosfera grande e estendida ao redor da estrela.

Essa nova descoberta a transforma assim na maior estrela amarela conhecida e entra na lista das dez maiores estrelas, com 50% a mais de tamanho que a famosa supergigante vermelha Betelgeuse e ao redor de um milhão vezes mais brilhante que o Sol.

Os astrônomos utilizaram na pesquisa uma técnica chamada interferometria que combina a luz recolhida por múltiplos telescópios individuais, recriando um telescópio gigante de mais de 140 metros de tamanho.

"As novas observações também mostraram que esta estrela tem uma companheira muito próxima, formando um sistema binário que nos surpreendeu", descreveu hoje em comunicado Olivier Chesneau, líder da equipe internacional de colaboradores da pesquisa.

A estrela pequena, que orbita a hipergigante a cada 1,3 mil dias "pode influenciar no destino da HR 5171 A, por exemplo, fazendo com que expulse suas camadas exteriores e modificando sua evolução", acrescentou Chesneau.

As amarelas hipergigantes são muito pouco usuais. Só são conhecidas cerca de 12 em nossa galáxia, e apesar da grande distância que a separa da Terra (perto de 12 mil anos luz), o objeto pode ser visto a olho aguçando a vista.

Além disso, foi observado que a HR 5171 A foi ficando maior e enfriou nos últimos 40 anos, e sua evolução foi captada em pleno processo, algo que foi conseguido com poucas estrelas e pode ajudar a compreender os processos evolutivos das estrelas maciças em geral. EFE

-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/-/

21 de Fevereiro de 2014             19h32

Astrônomos olham dentro de estrela em decomposição, pela primeira vez

As ondas de choque das supernovas podem até desencadear a formação de novas estrelas

Pela primeira vez na história, astrônomos foram capazes de observar dentro do coração de uma estrela explodindo através do uso de um telescópio espacial para observar o cadáver moribundo de Cassiopeia A, uma estrela que já teve oito vezes o tamanho do Sol.

       As supernovas ocorrem quando estrelas muito maiores que o nosso Sol ficam sem energia e combustível Foto: Divulgação

As supernovas ocorrem quando estrelas muito maiores que o nosso Sol ficam sem energia e combustível

 

                                                                                     Foto: Divulgação

“Esta tem sido uma observação reveladora para a astrofísica há décadas”, declarou Steven Boggs, chefe do departamento de Física na Universidade de Berkeley e coautor de artigo publicado nNature.

“Pela primeira vez, somos capazes de ver a emissão radioativa na remanescente de uma supernova, o que nos permite sondar a física fundamental da explosão nuclear no coração da supernova como nós nunca fomos capazes de fazer antes”.

Supernovas são um mecanismo chave na formação do Universo como o conhecemos, criando uma grande variedade de elementos "pesados" via nucleossíntese e jogando a matéria nos confins dos cosmos. Na verdade, as ondas de choque das supernovas podem até desencadear a formação de novas estrelas - fazendo essas explosões parte inspiradora do "ciclo de vida" do Universo.

"As pessoas deviam se preocupar com explosões de supernovas, porque é de onde todas as coisas que nos faz vêm”, disse à CNN Brian Grefenstette, autor principal do artigo e cientista de pesquisa no Instituto de Tecnologia da Califórnia.

"Todo o ferro no sangue, cálcio em seus ossos e dentes, e ouro em sua aliança de casamento, tudo isso vem do centro da explosão de uma supernova."

As supernovas ocorrem quando estrelas muito maiores que o nosso Sol ficam sem energia e combustível, deixando para trás um denso núcleo que entra em colapso sobre sua própria massa, um processo que pode acontecer a velocidades de até 70 mil quilômetros por hora e que pode causar uma onda de choque, expelindo gás e poeira no espaço.

Terra